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Malware: os 7 programas mais perigosos em 2025
O problema do malware em 2025 é mais urgente do que nunca. Segundo estatísticas, cerca de 450.000 novos programas maliciosos são detectados todos os dias, e o número total de vírus e softwares indesejados chegou a 1,2 bilhão em todo o mundo. Basta pensar nesses números. Estima-se também que, no ano passado, as famílias americanas perderam até US$ 4,5 bilhões apenas com ataques de malware.
. O desenvolvimento desse segmento se transformou em um negócio enorme, e os programas de mais sucesso se tornaram verdadeiras estrelas do Olimpo do malware. Então, quem são os 7 programas mais perigosos de 2025?
Definição
Malware, ou Malicious Software, são programas especializados criados para se introduzir, capturar e danificar um dispositivo (computador, smartphone, rede interna, etc.), com o objetivo de comprometer ou roubar informações contidas nele. Hoje existem muitas variantes desse tipo de software: vírus de computador, trojans, spywares, programas ocultos de mineração, encriptadores.
Que dano o malware causa?
O malware pode causar danos de qualquer nível: tudo depende da imaginação dos criadores desse tipo de software, da escala da ação e dos sistemas de segurança das vítimas. São verdadeiros vermes virtuais que parasitam o poder de processamento de um dispositivo e usam o ciberespaço para seus próprios fins.
Normalmente, o malware é usado para:
1. capturar o poder de processamento do dispositivo:
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mineração oculta;
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instalação não autorizada de outros tipos de malware;
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bloqueio de acesso a sites, atualizações, incluindo software antivírus;
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uso do poder de processamento do dispositivo para executar ataques DDoS planejados.
2. captura de dados:
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spyware para rastrear nomes de usuário, senhas, sistemas de pagamento e dados de cartões bancários utilizados;
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apagar ou criptografar dados;
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exibição de anúncios e ações virais para promover produtos/serviços.
3. dano à internet:
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alteração das configurações do dispositivo;
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instalação de software malicioso que pode funcionar mesmo sem conexão de rede.
Os 7 maiores ameaças de malware em 2025
Vamos ver o anti-ranking de 2025.
SocGholish
O líder entre os malwares em 2025. É responsável por cerca de 60% de todos os incidentes de segurança. Trata-se de um framework JavaScript que se espalha por meio de sites de phishing, anúncios de spam e outras fontes. O SocGholish prefere se disfarçar de software útil ou de requisitos de atualização de software (por exemplo, atualizações de navegador).
Impacto negativo: coleta de dados sensíveis do dispositivo infectado (usando a tecnologia Cobalt Strike), obtenção de acesso não autorizado ao sistema (ferramentas de acesso remoto NetSupport, com menos frequência Async), download de ransomware.
Lumma Stealer
O malware Lumma Stealer é um recém-chegado que rapidamente entrou no anti-ranking de 2025. Trata-se de um poderoso infostealer especializado em roubar informações confidenciais dos usuários: logins, senhas, dados de cartões bancários, carteiras de criptomoedas e outras informações sensíveis. Ele se espalha por meio de e-mails de phishing, anexos infectados e sites maliciosos.
Até a primavera de 2025, o Lumma já havia infectado mais de 394.000 dispositivos em todo o mundo, tornando-se alvo de uma operação internacional para erradicá-lo.
Impacto negativo: o programa se infiltra invisivelmente no sistema e envia um dump completo dos dados do usuário aos invasores em poucos minutos. Isso representa risco de invasão de contas, roubo de dinheiro e perda completa da privacidade digital.
ArechClient2
No final de 2023, o número de infecções pelo malware Arechclient2 (SectopRAT) aumentou significativamente. Trata-se de um trojan clássico que oferece funcionalidade de acesso remoto e administração (NET RAT). Foi distribuído por meio de pseudo-atualizações do mecanismo de busca do navegador Brave (mais frequentemente), Tor, Signal e Telegram. Esse malware é responsável por cerca de 9% de todos os incidentes de segurança.
Impacto negativo: na maioria das vezes, o ArechClient2 tenta coletar informações confidenciais dos usuários, incluindo dados de pagamento (senhas bancárias e de carteiras de criptomoedas), e também pode executar um desktop oculto para controlar navegadores. Possui um grau bastante alto de proteção contra programas de segurança.
Agent Tesla
O Agent Tesla é outro exemplo de trojan, o 3º mais difundido no mundo. Ele oferece o formato de acesso remoto RAT. Foi criado em 2014 e favorece principalmente usuários do Windows como vítimas. O programa é pago e pode ser adquirido em sites especializados por US$ 15-20.
Impacto negativo: amplas possibilidades de obter seus dados, dependendo da versão adquirida, incluindo captura de teclas digitadas e capturas de tela, coleta de credenciais armazenadas em navegadores web, acesso a dados de carteiras de Bitcoin, cópia de dados da área de transferência, exclusão de arquivos da vítima e download de outros malwares para o host.
CoinMiner
O quarto lugar do nosso anti-ranking é ocupado pelo software oculto de mineração CoinMiner. O malware usa o poder de processamento do dispositivo infectado para minerar criptomoedas. Como regra, são escolhidas moedas fáceis de minerar, como Litecoin (LTC) e Monero (XMR). A principal fonte de distribuição são e-mails de spam.
Impacto negativo: a mineração de criptomoedas é um processo com uso intenso de energia. O desempenho da máquina fica sempre em 100%, há aumento de desgaste e altos custos de energia.
NanoCore
O quinto lugar é ocupado por um sofisticado malware de segunda fase, classificado como NanoCore Remote Access Trojan (RAT). O trojan oferece aos invasores a capacidade de executar código remotamente (RCE) no sistema da vítima.
Impacto negativo: o principal impacto negativo é o roubo de arquivos, o registro de teclas digitadas, capturas de tela e o uso de outros recursos de hardware, como monitoramento de webcam e microfone.
Novas ameaças de RAT
O ano de 2025 verá um aumento nos Trojans de Acesso Remoto (RATs) e nas campanhas maliciosas disfarçadas de atualizações de software. Isso inclui o FakeUpdates (também conhecido como SocGholish), o AsyncRAT e o encriptador Clop. O que essas ameaças têm em comum é o alto grau de disfarce, o uso intenso de táticas de engenharia social e a capacidade de se expandir em ambientes empresariais. O FakeUpdates se espalha por meio de falsas atualizações de navegador e ataca predominantemente sites infectados. O AsyncRAT e equivalentes dão aos invasores controle remoto total sobre o sistema, incluindo gravação de tela, teclas e webcam. Já o Clop é amplamente usado em ataques a empresas para extorquir grandes quantias de dinheiro.
Impacto negativo: desde espionagem remota e roubo de dados corporativos até a criptografia completa de informações críticas, seguida de resgate. Essas ameaças estão em constante evolução e modificação, contornando as soluções antivírus tradicionais.
A Anexet recomenda: use medidas de segurança para proteger seus dispositivos, não baixe arquivos suspeitos, não abra mensagens de e-mail com conteúdo duvidoso. É mais fácil prevenir do que remediar; sempre lembre-se das regras de higiene digital.

















